Engajado na discussão de mecanismos mais justos e eficientes na fiscalização de obras públicas, o empresário Luciano Barreto, presidente da Construtora Celi e da Associação Sergipana dos Empresários de Obras Públicas e Privadas (Aseopp), tem uma atuação fundamental no II Seminário de Formação de Preço em Obras Públicas: Preço Justo, Obras Concluídas, Sociedade Atendida.
O evento acontece na sexta, dia 13, a partir das 8h, no auditório do Tribunal de Contas do Estado, e conta com a presença do ministro Benjamim Zymler, presidente do Tribunal de Contas da União (TCU). Na ocasião foi discutida a relação de custo, benefício social e qualidade das obras públicas. “O seminário complementa uma série de ações desenvolvidas no âmbito da Aseopp objetivando a defesa de pequenas e médias empresas do ramo da construção civil de forma a beneficiar toda a sociedade”, atesta Luciano Barreto.
Em meio aos assuntos discutidos para melhorar a relação entre os agentes que realizam as obras públicas – gestores públicos, construtoras e sociedade em geral –, burocracia excessiva e fiscalizações sem fundamentação técnica são apontados como as principais dificuldades enfrentadas pelas empresas brasileiras. São fatores que muitas vezes impedem que obras públicas tenham um fluxo mais dinâmico e sejam entregues no prazo.
Para Luciano Barreto, o seminário representa a oportunidade de debater tanto política quanto e tecnicamente sobre os argumentos das empresas visando avanços para o desenvolvimento do setor. “Nosso objetivo é despertar nas autoridades uma sensibilidade para a atuação dessas empresas, que passam por dificuldades por basicamente dois motivos: uma concentração excessiva de obras com preços muito bons nas mãos de poucas grandes empresas e a fiscalizações e auditorias realizadas sem atender a requisitos técnicos muito próprios do segmento da construção civil. Isso é bastante nocivo para empresas importantíssimas para o desenvolvimento do pais”, avalia o empresário.